all a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z 0-9
Um fármaco anti-inflamatório não esteróide que inibe a agregação plaquetária.
Um grupo de fármacos anticoagulantes que inclui os inibidores orais diretos do Fator Xa e os inibidores orais diretos da trombina.
Dor torácica causada por um fornecimento de sangue ao músculo cardíaco insuficiente.
Agente administrado para prevenir a coagulação do sangue ou para evitar o aumento doscoágulos existentes.
Agente administrado para prevenir a coagulação do sangue ou para evitar o aumento dos coágulos existentes.
Anticorpos autoimunes, incluindo anticorpos anticardiolipina e anticoagulante lúpico, anticorpos produzidos contra os fosfolípidos das membranas celulares. A produção destes anticorpos pode dar origem à formação de coágulos sanguíneos, perda de gravidez ou complicações relacionadas com a gravidez e chama-se síndrome antifosfolipídica.
Fármaco que inibe a agregação plaquetária e, portanto, a formação de coágulos e a ocorrência de acontecimentos arteriotrombóticos.
Agente que inibe a agregação plaquetária e, portanto, a formação de coágulos e a ocorrência de acontecimentos arteriotrombóticos.
Agente que inibe a agregação plaquetária e, portanto, a formação de coágulos e a ocorrência de acontecimentos arteriotrombóticos.
Tratamento que reduz a formação de coágulos sanguíneos.
Um inibidor oral direto do Fator Xa (Eliquis®) que já recebeu aprovação regulamentar para a prevenção do tromboembolismo venoso em doentes adultos sujeitos a artroplastia eletiva da anca ou do joelho, tratamento e prevenção secundária de trombose venosa profunda e embolia pulmonar em doentes adultos e prevenção do AVC e do embolismo sistémico em doentes adultos com fibrilhação auricular não valvular.
Um inibidor direto da trombina administrado por via intravenosa e utilizado para profilaxia e tratamento da trombose nos doentes com trombocitopenia induzida por heparina.
Ritmo cardíaco anormal por oposição ao ritmo sinusal normal. Na arritmia, os impulsos elétricos que coordenam o ritmo cardíaco são irregulares tornando o batimento do coração demasiado rápido, demasiado lento ou irregular.
Uma condição em que a parede arterial se torna mais espessa como resultado da acumulação de gorduras, incluindo o colesterol. É uma resposta inflamatória crónica nas paredes arteriais, promovida por lipoproteínas de baixa densidade e maioritariamente causada pela acumulação de glóbulos brancos, macrófagos e células do músculo liso vascular.
Formação de um coágulo sanguíneo numa artéria como resultado de aterosclerose (acumulação de matéria gorda na artéria).
O AVC cardioembólico é causado por um coágulo formado no coração. Este tipo de AVC representa cerca de 20% de todos os AVCs isquémicos e é normalmente a forma mais grave de AVC devido às grandes dimensões dos êmbolos.
Técnica frequentemente utilizada para corrigir arritmias cardíacas, incluindo a fibrilhação auricular. O tecido cardíaco que poderá estar a interferir com o ritmo sinusal normal é destruído por um feixe de energia (ondas rádio) restaurando o ritmo cardíaco normal.
Enfarte cerebral não lacunar sem estenose arterial proximal ou originado a partir de cardioembolismo; também conhecido por AVC criptogénico.
Enfarte cerebral não lacunar sem estenose arterial proximal ou uma origem identificada de cardioembolismo; também conhecido por AVC criptogénico.
Rutura de uma artéria cerebral resultando em hemorragia no cérebro ou à volta do mesmo.
Pequeno saco em forma de orelha na parede muscular da aurícula esquerda do coração, no qual pode ocorrer a formação de trombos, particularmente em doentes com fibrilhação auricular não valvular quando o sangue não é bombeado de forma correta e normal.
Câmara superior esquerda do coração. Num ritmo sinusal normal, o sangue é empurrado da aurícula esquerda para dentro do ventrículo esquerdo (câmara inferior esquerda do coração).
Um AVC que é causado por um embolismo que não teve origem no coração.
O processo pelo qual as plaquetas são ativadas pelo colagénio exposto por rutura do endotélio ou pela trombina gerada na cascata da coagulação. Em seguida, ocorrem alterações morfológicas na superfície das plaquetas que permitem a ligação a fatores de coagulação dando origem à agregação plaquetária.
Pequena bolsa muscular que se projeta a partir da parte superior da aurícula direita.
Interrupção repentina no fornecimento de sangue ao cérebro. O AVC isquémico, o tipo de AVC mais frequente, ocorre quando uma artéria que fornece sangue ao cérebro fica bloqueada, provocando necrose no tecido cerebral circundante.
Enzima que auxilia na dissolução de um coágulo (trombólise) através da ativação do plasminogénio (o precursor inativo da plasmina).
AVC ou mini-AVC que ocorre quando os sintomas duram pouco tempo (normalmente, apenas uns minutos) e são resolvidos em menos de 24 horas.
Fármaco que bloqueia a ação da vitamina K resultando num efeito anticoagulante. Exemplos incluem a varfarina, o acenocumarol e o fenprocumon.
Um anticoagulante oral não antagonista da vitamina K, já aprovado, que atua como inibidor direto do Fator Xa.
Um biomarcador (marcador biológico) é um indicador de um estado ou processo biológicos normais, processos patogénicos ou respostas farmacológicas a uma intervenção terapêutica. Exemplos de biomarcadores associados ao tromboembolismo venoso incluem o D-dímero e a P-selectina solúvel.
Um inibidor direto reversível parentérico (Angiomax®) da trombina que inibe tanto a trombina em circulação como a trombina ligada a coágulos, bem como a ativação e agregação das plaquetas mediada pela trombina.
Uma substância libertada para a corrente sanguínea quando o coração está lesionado ou em stress.
Um coágulo sanguíneo formado originalmente no coração que se dissociou e deslocou através da corrente sanguínea para diferentes partes do corpo, provocando uma obstrução vascular.
Um coágulo sanguíneo formado no coração que se dissociou e deslocou pela corrente sanguínea para outra parte do corpo, onde provoca obstrução vascular.
Um estado fisiopatológico em que o coração é incapaz de bombear o sangue com eficiência comprometendo o fluxo sanguíneo adequado para os diferentes órgãos, sendo geralmente fatal na ausência de tratamento médico imediato.
Um método de reestabelecimento do ritmo sinusal normal nos doentes com fibrilhação auricular não valvular, que pode ser elétrico ou farmacológico.
Um índice para determinar o risco de AVC em doentes com fibrilhação auricular, que inclui outros fatores de risco de AVC não incluídos na pontuação CHADS2. O modelo CHA2DS2-VASc atribui pontos por cada um dos seguintes fatores: Insuficiência cardíaca congestiva/disfunção ventricular esquerda (1 ponto), hipertensão (1 ponto), idade ≥75 anos [duplicado] (2 pontos), diabetes (1 ponto), AVC/acidente isquémico transitório/tromboembolismo [duplicado] (2 pontos) – doença vascular (1 ponto), idade 65–74 anos (1 ponto) e sexo [feminino] (1 ponto).
Um índice para determinar o risco de AVC nos doentes com fibrilhação auricular. É atribuído um ponto pela presença de: Insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão, idade ≥75 anos e diabetes mellitus; e dois pontos por história de AVC ou acidente isquémico transitório.
Dor tipo cãibras na parte inferior das pernas causada por má circulação nos músculos das pernas.
Um fármaco que se liga ao recetor P2Y12 inibindo a sua acção, reduzindo assim a agregação plaquetária e a formação de coágulos sanguíneos. Exemplos incluem compostos de tienopiridinas, tais como o clopidogrel e o prasugrel.
O processo de formação de um coágulo sanguíneo.
Relativo ao colagénio ou contendo colagénio.
Procedimento cirúrgico utilizado para tratar a doença das artérias coronárias, que envolve retirar um vaso sanguíneo de outra parte do corpo, normalmente do tórax ou da perna, e uni-lo à artéria coronária acima e abaixo da área onde se localiza o estreitamento ou bloqueio. Este novo vaso sanguíneo (enxerto) desvia o fluxo sanguíneo à volta da parte da artéria coronária que está estreitada ou bloqueada.
O volume de plasma sanguíneo do qual se retira a creatinina por unidade de tempo. Utilizado para avaliar a função renal de um doente.
De origem desconhecida.
Família de diversas proteínas de sinalização celular secretadas por diversas células, utilizadas extensamente na comunicação intercelular. As citocinas podem ser classificadas como proteínas, péptidos ou glicoproteínas.
Espessamento do músculo cardíaco, mais frequentemente do septo entre os ventrículos, abaixo da válvula aórtica.
Técnica terapêutica concebida para melhorar a circulação venosa nos membros de doentes em risco de sofrer tromboembolismo venoso. Utilizada em dispositivos médicos como bombas de ar, mangas, luvas ou botas auxiliares insufláveis.
Um complexo formando entre o Fator Xa, o Fator Va, fosfolípidos e iões de cálcio. Este complexo catalisa a conversão da protrombina em trombina.
Procedimento de diagnóstico para avaliar o fluxo sanguíneo que passa pelo coração e medir as pressões no interior do coração e dos pulmões.
Um alargamento/dilatação de um segmento da aorta (aneurisma aórtico) ou uma lesão na parede da aorta (dissecção aórtica).
O volume de sangue ejetado pelos ventrículos por minuto.
Um conjunto de doenças dos vasos sanguíneos que fornecem sangue ao cérebro, frequentemente causadas por hipertensão. Essas doenças podem incluir AVC, AVC hemorrágico, isquemia ou outras disfunções dos vasos sanguíneos.
Um estreitamento ou bloqueio das artérias coronárias, normalmente causado por aterosclerose.
Marcador endógeno de fibrinólise que pode ser utilizado rotineiramente como meio auxiliar de diagnóstico para excluir trombose venosa profunda ou embolia pulmonar.
Um inibidor oral direto da trombina (Pradaxa®) que já recebeu aprovação regulamentar para a prevenção do tromboembolismo venoso em doentes adultos sujeitos a artroplastia eletiva da anca ou do joelho, tratamento e prevenção secundária da trombose venosa profunda e embolia pulmonar em doentes adultos (após tratamento com um anticoagulante parentérico durante ≥5 dias) e prevenção do AVC e do embolismo sistémico em doentes adultos com fibrilhação auricular não valvular.
Heparina de baixo peso molecular (Fragmin®).
Heparinoide de baixo peso molecular (Orgaran®).
Uma doença caracterizada por hiperglicemia devido a defeitos na produção e/ou ação da insulina. Existem dois tipos principais de diabetes mellitus: na diabetes tipo 1, as células β do pâncreas estão lesionadas ao ponto de produzirem pouca ou nenhuma insulina; na diabetes tipo 2, o pâncreas não produz insulina suficiente ou a insulina não funciona corretamente.
Tratamento com dois fármacos antiplaquetários em simultâneo.
Uma concentração anormal de lípidos ou lipoproteínas no sangue.
Respiração difícil; falta de ar.
Incapacidade da circulação sanguínea para manter um funcionamento fisiológico adequado.
Patologia em que o fluxo sanguíneo para as extremidades (normalmente as pernas) é reduzido, causado por aterosclerose (estreitamento das artérias).
Endurecimento dos vasos (aterosclerose) causado por depósitos adiposos (placas ou ateroma). A posterior obstrução de um vaso pode provocar a falta de fornecimento de sangue aos órgãos e tecidos vitais.
Uma técnica que alia a imagiologia por ultrassons em tempo real das veias profundas à compressão venosa para diagnosticar trombose venosa profunda.
Qualquer massa intravascular livre que é transportada através da circulação sanguínea, capaz de obstruir o lúmen doscapilares arteriais num local distante do seu ponto de origem. Se um trombo se dissociar do seu local de origem torna-se um tromboêmbolo; se não se fragmentar durante a sua deslocação, pode causar um embolismo noutra artéria ou veia.
A formação ou desenvolvimento de um êmbolo.
Procedimento que envolve o desbloqueio dos segmentos venosos que estão estreitados por cicatrizes e massas intraluminais para melhorar a circulação.
Uma heparina de baixo peso molecular (Clexane®, Lovenox®) administrada por via intraperitoneal ou por via intravenosa. Está aprovada para a prevenção e tratamento de trombose venosa profunda e embolia pulmonar de origem venosa, em particular, as que possam estar associadas a cirurgia ortopédica ou geral; para a prevenção de trombose venosa profunda e embolia pulmonar nos doentes não cirúrgicos acamados por doença aguda; para o tratamento agudo de angina instável e do enfarte agudo do miocárdio sem elevação do segmento ST (administrada em simultâneo com ácido acetilsalicílico) e do enfarte agudo do miocárdio com elevação do segmento ST; e ainda para prevenção da formação de trombos na circulação extracorporal durante a hemodiálise.
A formação ou produção de glóbulos vermelhos.
Qualquer massa intravascular livre que é transportada através circulação sanguínea capaz de bloquear o lúmen dos capilares arteriais num local distante do seu ponto de origem. Se um trombo se dissociar do seu local de origem, torna-se um tromboêmbolo; se não se fragmentar durante a sua deslocação, pode originar um embolismo noutra artéria ou veia.
Sonograma que é utilizado para inferir acerca do tamanho e forma do coração. Pode ser utilizado para detetar a localização e extensão de eventuais lesões no tecido cardíaco, bem como para fornecer informações sobre a direção do fluxo sanguíneo, frações de ejecção e, ainda, para detetar trombos no interior do coração.
Sonograma que é utilizado para inferir acerca do tamanho e forma do coração. Pode ser utilizado para detetar a localização e extensão de eventuais lesões no tecido cardíaco, bem como para fornecer informações sobre a direção do fluxo sanguíneo, frações de ejeção e, ainda, para detetar trombos no interior do coração.
Sonograma que é utilizado para inferir acerca do tamanho e forma do coração. Pode ser utilizado para detetar a localização e extensão de eventuais lesões no tecido cardíaco, bem como para fornecer informações sobre a direção do fluxo sanguíneo, frações de ejeção e, ainda, para detetar trombos no interior do coração.
Um inibidor oral direto do Fator Xa (EUA: Savaysa®, Europa: Lixiana®) aprovado no Japão para a prevenção do tromboembolismo venoso em doentes adultos sujeitos a cirurgia ortopédica major e, no Japão, Europa e EUA, para o tratamento e prevenção secundária de trombose venosa profunda e embolia pulmonar em doentes adultos (após tratamento com um anticoagulante parentérico durante 5–10 dias) e para a prevenção do AVC em doentes adultos com fibrilhação auricular não valvular.
Técnica de imagiologia utilizada para registar tensões de despolarização e repolarização do músculo cardíaco através da deteção de atividade elétrica por meio de elétrodos aplicados na pele. Utilizado para detetar ritmos cardíacos anormais ou lesões no músculo cardíaco.
Qualquer massa intravascular livre que é transportada através da circulação sanguínea capaz de bloquear o lúmen dos capilares arteriais num local distante do seu ponto de origem. Se um trombo se dissociar do seu local de origem, torna-se um tromboêmbolo; se não se fragmentar durante a sua deslocação, pode causar um embolismo noutra artéria ou veia.
Qualquer massa intravascular livre que é transportada através da circulação sanguínea capaz de bloquear o lúmen capilares arteriais num local distante do seu ponto de origem. Se um trombo se dissociar do seu local de origina torna-se um tromboêmbolo; se não se fragmentar durante a sua deslocação, pode causar um embolismo noutra artéria ou veia.
Zona de tecido necrosada ou em necrose devido a isquemia causada por obstrução de um vaso que impede o fornecimento sanguíneo ao local.
Estreitamento da válvula mitral, normalmente causado por doença originando obstrução do fluxo sanguíneo da aurícula esquerda para o ventrículo esquerdo.
Escala de utilizada para classificar o grau de invalidez de um doente após um AVC.
Lesões no tecido cardíaco causadas pela oclusão de uma artéria coronária ou vaso sanguíneo coronário impedindo que o sangue flua para o coração. Dependendo da extensão do bloqueio, um enfarte agudo do miocárdio é classificado como enfarte do miocárdio sem elevação do segmento ST (NSTEMI; bloqueio parcial da artéria) ou enfarte do miocárdio com elevação do segmento ST (STEMI; bloqueio total da artéria).
Tipo de ataque cardíaco (enfarte agudo do miocárdio) em que o fornecimento de sangue ao coração foi apenas parcial, ou seja, não ocorreu oclusão total do vaso sanguíneo.
Um problema potencialmente fatal causado pelo bloqueio, por um êmbolo, de uma artéria do pulmão, que, na maior parte das vezes, se desenvolveu numa das veias profundas das pernas.
Uma operação realizada para remover trombos e tecido cicatricial das artérias pulmonares.
Evento que ocorre mais de uma vez num doente. Exemplos poderão incluirtromboembolismo venoso recorrente (que se pode apresentar como trombose venosa profunda ou embolia pulmonar) ou um evento recorrente de síndrome coronária aguda.
Um tipo de ataque cardíaco (enfarte agudo do miocárdio) em que uma grande área do coração é gravemente lesionada pelo bloqueio total de uma artéria coronária.
Paragem ou abrandamento do fluxo sanguíneo.
Estreitamento ou contração anormal de um vaso ou abertura.
Método auxiliar de diagnóstico mediado por uma sonda que é colocada no esófago para avaliar o funcionamento do coração. Esta sonda possui na sua extremidade um transdutor capaz de emitir ultrassons e captar o sinal reflectido pelo coração traduzindo-o numa imagem passível de ser visualizada no monitor do ecógrafo.
Método auxiliar de diagnóstico que utiliza um aparelho de ecografia colocado no tórax do doente para obter uma imagem do coração e dos grandes vasos sanguíneos.
Método auxiliar de diagnóstico que utiliza um aparelho de ecografia colocado no tórax do doente para obter uma imagem do coração e dos grandes vasos sanguíneos.
Exame imagiológico frequentemente realizado para verificar a presença de um trombo ou fluxo sanguíneo anormal nos pulmões (por exemplo, embolia pulmonar) através da avaliação da circulação de ar (ventilação) e de sangue (perfusão) no interior dos pulmões utilizando materiais radioativos.
O tipo de arritmia cardíaca (batimento cardíaco irregular) mais frequente associado a um risco acrescido de AVC, insuficiência cardíaca congestiva e mortalidade.
Variante do gene humano do Fator V associado a perturbação da hipercoagulabilidade, que é relativamente frequente em algumas populações. Os portadores do Fator V de Leiden têm um risco modesto para o desenvolvimento do tromboembolismo venoso.
A forma ativa do Fator X; forma um complexo com o Fator Va, fosfolípidos e cálcio para converter a protrombina em trombina durante a cascata da coagulação.
Contração rápida e irregular das fibras musculares.
Contração rápida e irregular das fibras musculares.
Proteína filamentosa insolúvel formada a partir do fibrinogénio pela ação da trombina como produto final da cascata da coagulação; as proteínas de fibrina mantêm-se juntas para formar a base de um coágulo sanguíneo.
Proteína plasmática solúvel que é convertida em fibrina pela trombina durante a formação de coágulos sanguíneos através da cascata da coagulação.
Processo de decomposição dos trombos por ação da plasmina. A fibrinólise primária refere-se ao processo natural de decomposição de coágulos pelo corpo, ao passo que a fibrinólise secundária refere-se à decomposição de coágulos por doença ou por via médica.
Processo em que os trombos são decompostos pela plasmina. Existem dois tipos de fribrinólise: a fibrinólise primária que se refere ao processo natural de decomposição dos coágulos no organismo e a fibrinólise secundária que se refere à decomposição dos mesmos por doença ou por decisão médica (farmacológica ou não farmacológica).
Inibidor sintético do Fator Xa (Arixtra®) aprovado para a prevenção da trombose venosa profunda e embolia pulmonar em doentes adultos sujeitos a cirurgia ortopédica major ou cirurgia abdominal; para a prevenção da trombose venosa profunda e embolia pulmonar em doentes não cirúrgicos adultos que apresentam risco elevado de embolia pulmonar e que estão imobilizados devido a doença aguda; e ainda para o tratamento de adultos com trombose venosa superficial aguda, sintomática e espontânea nos membros inferiores sem trombose venosa profunda concomitante.
O volume de sangue bombeado para fora do ventrículo esquerdo, a cada batimento cardíaco ou ciclo cardíaco, através da válvula aórtica para a circulação sistémica.
Medição da capacidade do ventrículo esquerdo para bombear sangue.
Um subtipo de fibrilhação auricular em que o doente não tem estenose da válvula mitral nem qualquer válvula cardíaca artificial.
Pelo menos duas recorrências de fibrilhação auricular, intercaladas com um ritmo sinusal normal, que param ao fim de 7 dias, mas normalmente ao fim de 48 horas.
Quando o foramen oval, uma pequena abertura entre as aurículas direita e esquerda, que está aberto durante o desenvolvimento fetal, não se fecha após o nascimento.
Inflamação de uma veia.
Uma classe de fármacos derivados de extratos de plantas e compostos sintéticos frequentemente utilizados para tratar insuficiência venosa crónica. São incados para melhorar o tónus venoso, estabilizar a permeabilidade capilar e aumentar a drenagem linfática.
A quantidade de sangue que sai do coração a cada contração do mesmo é inferior ao normal. Uma fração de ejeção ≥55% é considerada normal, ≤50% é considerada reduzida e entre 50–55% é "borderline".
Qualquer atributo, característica ou exposição de um indivíduo que aumenta a probabilidade de desenvolver uma doença ou lesão. Os fatores de risco transitórios são aqueles que são temporários, tais como cirurgia major, hospitalização e viagem de longa distância. Exemplos de fatores de risco persistentes (permanentes) incluem o cancro ou a síndrome antifosfolipídica.
Desencadeador da coagulação sanguínea presente no tecido subendotelial e nos leucócitos. Na via extrínseca da coagulação, o fator tecidular liga-se ao Fator VIIa originando a ativação dos Fatores IX e X da coagulação, que acaba por resultar na formação de fibrina.
Subtipo de fibrilhação auricular em que o doente apresenta estenose da válvula mitral ou válvulas cardíacas artificiais.
Dispositivo colocado na veia cava inferior para prevenir a entrada de um coágulo de sangue nos pulmões.
Uma doença vascular pulmonar causada pela obstrução das principais artérias pulmonares, incluindo uma embolia pulmonar. Manifesta-se através de sintomas não específicos, tais como dispneia em esforço, fadiga e síncope, sobretudo causados por insuficiência cardíaca direita.
Pressão arterial anormalmente baixa, sobretudo nas artérias da circulação sistémica. É normalmente definida por uma pressão arterial sistólica inferior a 90/60 mm Hg.
Acumulação anormal de sangue fora de um vaso sanguíneo; pode ser causado por lesões na parede de um vaso e posterior derrame de sangue para os tecidos circundantes.
Perfusão de sangue insuficiente para garantir o funcionamento normal dos órgãos, normalmente como resultado de baixa pressão arterial.
A deteção de hemoglobina livre na urina.
Eliminação de sangue proveniente do trato respiratório (abaixo do nível da laringe) através da tosse.
O estudo das propriedades do fluxo sanguíneo e dos respetivos constituintes (plasma e elementos figurados glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas).
Um polissacárido endógeno que exerce um efeito anticoagulante potenciando a atividade da antitrombina. Enquanto produto farmacêutico, a heparina está disponível como heparina não fracionada (HNF) ou heparina de baixo peso molecular (HBPM).
Nível anormalmente elevado de homocisteína no sangue como consequência de uma deficiência da vitamina B6/B12 e ácido fólico.
Pressão arterial anormalmente elevada (o National Institute for Health and Care Excellence do Reino Unido define a hipertensão de estadio 1 como a pressão arterial de 140/90 mm Hg ou superior medida na clínica; ou a pressão arterial média medida diariamente em ambulatório de 135/85 mm Hg ou superior).
Rutura de um vaso sanguíneo no cérebro, normalmente em áreas como os gânglios basais, cerebelo, tronco cerebral ou córtex.
Um polissacárido endógeno que exerce um efeito anticoagulante potenciando a atividade da antitrombina. Enquanto produto farmacêutico, a heparina está disponível como heparina não fracionada (HNF) ou heparina de baixo peso molecular (HBPM).
Doença progressiva causada pelo estreitamento de vasos sanguíneos tanto nos pulmões como ligados aos pulmões. Caracteriza-se por um aumento da pressão arterial na artéria pulmonar, originando sintomas que incluem dispneia, tonturas e desmaio.
Polissacárido endógeno que exerce um efeito anticoagulante potenciando a atividade da antitrombina. A heparina está disponível em duas formas: como heparina não fracionada (HNF) ou heparina de baixo peso molecular (HBPM).
Classe de anticoagulantes que atuam diretamente sobre o Fator X ativado (Fator Xa) na cascata da coagulação, sem necessidade de utilizar a antitrombina como mediador. Exemplos incluem o betrixabano, apixabano, edoxabano e rivaroxabano.
Classe de anticoagulantes que atuam diretamente sobre a trombina na cascata da coagulação. Exemplos incluem a hirudina, bivalirudina, argatrobano e dabigatrano.
Problema que pode ocorrer quando o débito cardíaco é insuficiente para preencher as necessidades do corpo e dos pulmões. É frequentemente denominada por insuficiência cardíaca congestiva. Os sintomas da insuficiência cardíaca costumam desenvolver-se rapidamente (insuficiência cardíaca aguda), mas também se podem desenvolver de forma gradual(insuficiência cardíaca crónica).
Medição standard da capacidade de coagulação do sangue, que é utilizada para monitorizar os níveis de anticoagulação nos doentes que recebem tratamento com antagonistas da Vitamina K.
Privação de oxigénio num órgão ou numa parte do corpo como consequência de um fornecimento de sangue inadequado.
Privação de oxigénio num órgão ou numa parte do corpo como consequência de um fornecimento de sangue inadequado.
Técnica imagiológica que utiliza as propriedades magnéticas do hidrogénio e a sua interação com um amplo campo magnético externo e ondas rádio para produzir imagens altamente detalhadas do corpo humano (também conhecida por ressonância magnética nuclear ou RMN).
Um fármaco que se liga ao recetor P2Y12 inibindo a sua ação e reduzindo assim a agregação plaquetária e, consequentemente, a formação de coágulos sanguíneos. Exemplos incluem compostos de tienopiridinas, tais como o clopidogrel e o prasugrel.
Procedimento não cirúrgico em que um cateter é inserido numa artéria coronária bloqueada de modo a que um stent possa ser colocado de forma a restaurar o fluxo sanguíneo arterial para o tecido cardíaco.
Técnica imagiológica não invasiva utilizada para avaliar o fluxo sanguíneo.
Ferramentas de avaliação do prognóstico para prever a mortalidade a 30 dias na sequência de uma embolia pulmonar sintomática aguda.
Relacionado com a oclusão de uma artéria pequena que fornece sangue às estruturas profundas do cérebro.
Um procedimento cirúrgico minimamente invasivo que utiliza um instrumento de fibra ótica inserido através da parede abdominal para visualizar diretamente os órgãos do abdómen e pélvis.
Um inibidor direto da trombina (Refludan®) que pode ser utilizado quando as heparinas estão contraindicadas.
Medição da capacidade do sangue para a formação de coágulos e da duração do processo.
Uma mutação no gene responsável pela produção de protrombina que aumenta a tendência do sangue para coagular.
Um espessamento da parede arterial por deposição de colesterol, cálcio, resíduos celulares e/ou células do músculo liso vascular. A placa pode crescer e dar origem ao estreitamento da artéria causando problemas graves, incluindo enfarte agudo do miocárdio, AVC ou mesmo a morte.
A utilização de um dispositivo de compressão (p. ex., meias de compressão) para aumentar o efluxo venoso ou reduzir a estase nas veias das pernas.
Problema que ocorre quando uma parte da válvula mitral recua para dentro da aurícula esquerda durante a contração ventricular. Pode ocasionar o refluxo sanguíneo do ventrículo esquerdo para a aurícula esquerda.
Molécula de adesão celular expressa nas plaquetas e células endoteliais, que pode ser utilizada como biomarcador de trombogénese.
A sensação de um batimento cardíaco irregular, forte ou rápido.
Administração de um fármaco por uma via diferente do trato gastrointestinal/sistema digestivo, como, por exemplo, por via subcutânea, intramuscular ou intravenosa.
Enzima sanguínea que degrada a fibrina presente nos coágulos de sangue permitindo a dissociação dos mesmos.
São fragmentos citoplasmáticos irregulares, anucleados produzidos na medula óssea envolvidos na coagulação do sangue.
O período após o parto até às primeiras 6 semanas da vida de um bebé.
Um inibidor plaquetário (EUA: Effient®; UE: Efient®), aprovado para a prevenção de eventos aterotrombóticos em doentes com síndrome coronária aguda em associação com o ácido acetilsalicílico (i.e., angina instável, enfarte agudo do miocárdio sem elevação do segmento ST ou enfarte agudo do miocárdio com elevação do segmento ST) submetidos a intervenção coronária percutânea primária ou retardada.
Uma frequência cardíaca anormalmente rápida (taquicardia) ou anormalmente lenta (bradicardia).
Quando uma válvula cardíaca não se fecha devidamente permitindo que o sangue flua nos dois sentidos.
A interdependência do coração, dos pulmões e da capacidade de transporte de oxigénio de um determinado doente.
Restabelecimento do fornecimento sanguíneo ao tecido cardíaco isquémico utilizando métodos como a dissolução química de um trombo oclusivo, administração de medicamentos vasodilatadores, angioplastia, cateterização ou cirurgia de bypass da artéria coronária.
Restabelecimento do fornecimento sanguíneo ao coração, frequentemente realizado através de procedimentos como: a intervenção coronária percutânea ou a cirurgia de bypass da artéria coronária.
Quando uma válvula cardíaca não se fecha devidamente permitindo que o sangue flua nos dois sentidos.
Restabelecimento do fluxo sanguíneo para um órgão ou tecido.
Restabelecimento do fornecimento de sangue adequado e de níveis de oxigénio numa área que sofreu isquemia.
Inibidor oral direto do Fator Xa (Xarelto®) aprovado para a prevenção do tromboembolismo venoso em doentes adultos sujeitos a artroplastia eletiva da anca ou do joelho, para o tratamento e prevenção secundária da trombose venosa profunda e embolia pulmonar em doentes adultos e prevenção do AVC e embolismo sistémico em doentes adultos com fibrilhação auricular não valvular e ainda, para a prevenção dos eventos aterotrombóticos após uma síndrome coronária aguda em adultos com níveis elevados de biomarcadores cardíacos quando administrado com ácido acetilsalicílico com ou sem clopidogrel.
Ritmo cardíaco normal, por oposição à arritmia.
Os reagentes de tromboplastina são utilizados para monitorizar a terapêutica anticoagulante oral com antagonistas da vitamina K em doentes com perturbações tromboembólicas.
Quando uma válvula cardíaca não se fecha devidamente, permitindo que o sangue flua nos dois sentidos.
Uma variedade de estados agudos de isquemia do miocárdio tais como angina instável, enfarte do miocárdio sem elevação do segmento ST e enfarte do miocárdio com elevação do segmento ST.
O desenvolvimento de sintomas de insuficiência venosa crónica como complicação a longo prazo da trombose venosa profunda. A síndrome pós-trombótica é causada por hipertensão venosa que resulta num retorno venoso deficiente, perfusão reduzida do músculo do gémeo e função anormal da microvasculatura com maior permeabilidade dos tecidos.
Um tubo de rede metálica em aço inoxidável que mantém uma artéria cardíaca aberta e impede que seja novamente estreitada.
Termo médico para desmaio, definido como uma perda de consciência e tónus postural temporária. Carateriza-se por um início rápido, curta duração e recuperação espontânea.
Tratamento que reduz a formação de coágulos sanguíneos.
Desenvolvimento de um trombo numa artéria após a implantação de um stent. Um stent é uma estrutura de suporte que é colocada nas artérias periféricas ou coronárias lesadas. Porém, o organismo pode desenvolver uma resposta imunitária ao stent, originando uma resposta inflamatória e posterior trombose.
Um complexo de três proteínas miocárdicas reguladoras – troponinas I, C e T, que existem em quantidades variáveis no músculo esquelético e no músculo cardíaco. Em conjunto, estas proteínas regulam a interação modulada pelo cálcio entre a actina e a miosina. Os níveis de troponina são marcadores sensíveis de lesão do miocárdio e de várias outras cardiopatias.
Uma técnica radiográfica, também conhecida por TAC, que utiliza um computador para assimilar várias imagens radiográficas numa imagem transversal bidimensional. Os tipos de tomografia computorizada incluem: TC helicoidal/espiral – uma tecnologia de tomografia computorizada que envolve um movimento num padrão helicoidal de forma a aumentar a resolução. A maioria dos hospitais modernos utilizam aparelhos de TC espiral. Angiografia pulmonar por TC – exame de diagnóstico altamente sensível e específico que envolve a injeção de um meio de contraste intravenoso para visualizar as artérias pulmonares. Flebografia por TC – imagens de TC axial otimizadas por meio de contraste, também conhecidas por "flebografia por TC indireta", são obtidas em conjunto com uma angiografia pulmonar por TC e não como exame autónomo.
Um trombo numa veia profunda, normalmente na perna.
Baixo número de plaquetas como resultado da administração de heparina.
Ritmo cardíaco anormalmente rápido. Nestas situações, o coração não consegue bombear sangue rico em oxigénio com eficiência.
Respiração anormalmente rápida (também conhecida por polipneia).
Fármaco que se liga ao recetor P2Y12 inibindo a sua ação e desta forma, reduzindo a agregação plaquetária e a formação de coágulos sanguíneos. Exemplos incluem compostos de tienopiridinas, tais como o clopidogrel e o prasugrel.
Excisão cirúrgica de um trombo de um vaso sanguíneo.
Enzima que ativa vários fatores envolvidos na cascata da coagulação (Fatores V, VIII, XI e XIII) e converte o fibrinogénio em fibrina, resultando na formação de coágulos. A trombina também ativa as plaquetas e promove a agregação plaquetária.
Redução do número de plaquetas abaixo do limite inferior normal (geralmente definido como 150–450×109/l).
Obstrução de um vaso sanguíneo pela presença de coágulo proveniente de outro vaso sanguíneo.
Obstrução de um vaso sanguíneo pela presença de um coágulo proveniente de outro vaso sanguíneo.
Promove a coagulação do sangue.
Dissolução de um coágulo de sangue.
Recurso a fármacos para dissociar ou dissolver os coágulos sanguíneos. Um fármaco trombolítico frequentemente utilizado é o ativador do plasminogénio tecidular.
Alteração do processo normal de coagulação que aumenta o risco de trombose. Também denominada por estado hipercoagulável ou protrombótico, a trombofilia pode ser hereditária (p. ex., deficiência da proteína C ou S; Fator V Leiden) ou adquirida (fatores como idade mais avançada, cirurgia ou doença oncológica ativa).
Medida (farmacológica ou não farmacológica) adotada com a reduzir a probabilidade de formação de um trombo.
Formação de um coágulo ou trombo no interior de um vaso sanguíneo. Se esse coágulo se libertar e for transportado pela corrente sanguínea pode obstruir o fluxo sanguíneo noutro vaso. Esta situação denomina-se por tromboembolismo.
Coágulo de sangue formado num vaso sanguíneo ou numa das cavidades do coração.
Inibidor da agregação plaquetária (Brilique®) aprovado em associação com o ácido acetilsalicílico para a prevenção dos eventos aterotrombóticos em doentes adultos com síndrome coronária aguda, incluindo os doentes tratados não cirurgicamente assim como, os doentes tratados por intervenção coronária percutânea ou cirurgia de bypass da artéria coronária.
Termo que inclui a trombose venosa profunda (um trombo numa veia profunda, normalmente na perna) e a embolia pulmonar (o bloqueio, por um êmbolo, de uma artéria pulmonar).
Camada de gordura corporal hormonalmente ativo que é depositado junto aos órgãos moles internos do corpo.
Complicação da trombose venosa profunda que afeta as válvulas dos membros inferiores. Esta situação manifesta-se no limite quando a presença de um trombo interfere com o funcionamento valvular normal nestes vasos sanguíneos, provocando um fluxo sanguíneo inadequado que acaba por danificar a pele.
Uma válvula mitral de substituição feita a partir de tecido não sintético natural, p. ex., válvula cardíaca suína.
Uma veia grande na parte superior da coxa e região pélvica.
Válvula artificial duradoura criada a partir de material fabricado/sintético.
Válvula artificial duradoura criada a partir de material fabricado/sintético.
Válvula artificial duradoura criada a partir de material fabricado/sintético.
Uma válvula artificial duradoura criada a partir de material fabricado/sintético.
Uma válvula artificial duradoura criada a partir de material fabricado/sintético.
Espasmo (contração súbita) de um vaso sanguíneo.
Classe farmacológica derivada de extratos de plantas e compostos sintéticos frequentemente utilizados para tratar a insuficiência venosa crónica. São indicados para melhorar o tónus venoso, estabilizar a permeabilidade capilar e aumentar a drenagem linfática.